PROVA OBJETIVA

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Não da uma aliviada na alma saber que a prova é objetiva? Sim, aquela que a gente poe “X” e saí chutando como se não houvesse amanhã. A gente tem preguiça de escrever. Na prova dissertativa não tem como “chutar” a resposta. Na prova dissertativa a gente tem que aumentar o tamanho das letras pra parecer que escreveu bastante, mesmo que não escreva nada com nada.

A maioria das pessoas prefere a prova objetiva, só que a prova objetiva não é um mar de rosas e as vezes pode se tornar um inferno. Em toda prova objetiva a gente pensa a mesma coisa:

“Essa questão com certeza é A. Não espera aí, já coloquei muita letra A. Não deve ser”.

Ou

“Essa aqui é C. Não, não deve ser. Eles não colocariam duas respostas C, seguidas”.

Ou

“Não coloquei nenhuma B até agora. Só pode ser B”.

Na prova objetiva você lê a questão, ai logo na letra A, pensa: “Ah, certeza que é essa”. Ai pra garantir, lê a resposta B e pensa, “Put´z, pode ser essa aqui também”. Lê a resposta C e entra em desespero porque também é uma boa opção. E começa a chorar ao perceber que a resposta D não é a famosa “Todas as alternativas anteriores”.

Ou o contrário. Você todas as questões e nenhuma das respostas parece ser a correta

Se eu fosse professor ia colocar tudo A, como resposta, só pra deixar o aluno confuso e obviamente, facilitar a minha vida na hora de corrigir. Ou melhor ainda, colocaria todas as corretas na letra E, só para o aluno ter o trabalho de ler todas as respostas.

Toda prova objetiva os alunos combinam códigos pra colar na prova.

“Se eu der uma batidinha com a caneta é A, duas é B, três é C e por ai vai”.

Só que poucas vezes isso da certo. As vezes a primeira batidinha é meio fraca e você não ouve. O colega bate muito rápido e você não sabe se foram três ou quatro batidinhas.

O problema é quando todos os alunos combinam essa mesma tática. A sala de aula vira uma sinfonia de batidinhas de caneta e da uma baita confusão em todo mundo porque você não sabe se foi o seu colega que bateu ou se foi a pessoa atrás dele.

“Caramba, oito batidas? Mas só tem quatro respostas”.

Se eu fosse professor e percebesse o esquema, não tiraria a prova do aluno. Ficaria com uma caneta dando batidinhas na mesa pra me divertir e atrapalhar o esquema.

O melhor é quando da certo e no final você percebe que as provas eram diferentes.

 

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